Como a inteligência artificial está transformando o dia a dia das agências de publicidade
Descubra como ferramentas de IA estão otimizando processos criativos, análises e entregas em tempo real
Mas o que exatamente está mudando? Neste artigo, mostramos os principais impactos da IA no cotidiano das agências e por que resistir à adoção pode ser um risco maior do que parece.
Atividades repetitivas como gerar relatórios de performance, planejar calendários de postagens ou realizar benchmarks automáticos agora podem ser automatizadas com o auxílio de IA. Plataformas como ChatGPT, Jasper ou Perplexity já permitem compor e refinar roteiros, ideias de pauta e descrições em segundos. Muitas agências ainda tropeçam ao lidar com dados. Mas novas soluções de IA permitem cruzar grandes volumes de informação e identificar padrões que antes levariam dias para serem percebidos. Ferramentas como o Google Performance Max ou o Meta Advantage+ Ads já usam IA para otimizar campanhas em tempo real, com base no comportamento dos usuários. Na prática, isso permite decisões mais rápidas e embasadas, sem depender 100% da intuição. A IA revela o que funciona e o que não funciona com velocidade quase instantânea.
Uma das grandes vantagens da IA é a capacidade de personalizar conteúdo para múltiplos públicos ao mesmo tempo. Plataformas de e-mail, mídia programática e CRM estão adotando recursos inteligentes que adaptam criativos, títulos e chamadas com base em interesses e histórico de comportamento. Com isso, campanhas se tornam mais relevantes, aumentam engajamento e reduzem desperdício de mídia. Ferramentas como Midjourney, Runway, Sora e DALL·E permitem que redatores e diretores de arte gerem imagens, vídeos e até rascunhos de ideias complexas em poucos minutos. Isso facilita brainstorms, testes de conceito e apresentações com protótipos muito mais visuais. O papel do criativo passa a ser o de curador, que direciona, edita e dá forma às sugestões da máquina.
Com a adoção dessas tecnologias, agências estão revendo seus processos internos, cargos e rotinas. O foco deixa de ser apenas a entrega e passa a ser o pensamento estratégico e a inteligência de negócio. Novas funções como “prompt designer”, “analista de automações” e “curador de conteúdo de IA” começam a surgir. Além disso, a cultura da agência se torna mais ágil e orientada à experimentação. O medo de errar diminui, pois protótipos e testes são mais baratos e rápidos de realiz
O que NÃO muda com a IA?
Criatividade continua sendo humana. A sensibilidade, o repertório, o bom gosto e a capacidade de gerar conexões inesperadas ainda são ativos exclusivamente humanos. A IA ajuda, mas não substitui. Portanto, as agências que mais se beneficiarão da tecnologia são aquelas que mantêm a alma criativa, mas otimizam os bastidores com eficiência e inteligência. Adotar Inteligência Artificial não significa perder autenticidade ou virar refém da tecnologia. Significa acelerar, testar mais, errar menos e entregar melhor. Para as agências, é uma chance real de evoluir a forma como trabalham, valorizando ainda mais o que há de único no fator humano. Quem souber usar bem a IA vai continuar criando ideias incríveis, só que com mais tempo, menos desperdício e mais resultado.
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